Adolescência e Adultos


04/06/2007


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Escrito por Izabel Alice às 15h16
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18/05/2007


DST's- Parte 15 :

Infecção por gardnerella =

Conceito
A gardnerella vaginalis é uma bactéria que faz parte da flora vaginal normal (ver explicação abaixo) de 20 a 80% das mulheres sexualmente ativas. Quando, por um desequilíbrio dessa flora, ocorre um predomínio dessa bactéria (segundo alguns autores em associação com outros germes como bacteróides, mobiluncus, micoplasmas etc), temos um quadro que convencionou-se chamar de vaginose bacteriana.
Usa-se esse termo para diferenciá-lo da vaginite, na qual ocorre uma verdadeira infecção dos tecidos vaginais. Na vaginose, por outro lado, as lesões dos tecidos não existem ou são muito discretas, caracterizando-se apenas pelo rompimento do equilíbrio microbiano vaginal normal.
A vaginose por gardnerella pode não apresentar manifestações clínicas (sinais ou sintomas). Quando ocorrem, estas manifestações caracterizam-se por um corrimento homogêneo amarelado ou acinzentado, com bolhas esparsas em sua superfície e com um odor ativo desagradável. O prurido (coceira) vaginal é citado por algumas pacientes mas não é comum. Após uma relação sexual, com a presença do esperma (de pH básico) no ambiente vaginal, costuma ocorrer a liberação de odor semelhante ao de peixe podre.
No homem pode ser causa de uretrite e, eventualmente, de balanite (inflamação do prepúcio e glande). A uretrite é geralmente assintomática e raramente necessita de tratamento. Quando presentes os sintomas restringem-se a um prurido (coceira) e um leve ardor (queimação) miccional. Raramente causa secreção (corrimento) uretral. No homem contaminado é que podemos falar efetivamente que se trata de uma DST.
FLORA MICROBIANA NORMAL : Nosso organismo, a partir do nascimento, entra em contacto com germes (bactérias, virus, fungos etc) os quais vão se localizando na pele e cavidades (boca, vagina, uretra, intestinos etc) caracterizando o que se chama de Flora Microbiana Normal. Normal porque é inexorável e porque estabelece um equilíbrio harmônico com o nosso organismo.
Existem condições em que este equilíbrio pode se desfazer (outras infecções, uso de antibióticos, 'stress', depressão, gravidez etc) e determinar o predomínio de um ou mais de seus germes componentes, causando então o aparecimento de uma infecção.

Sinônimos
Vaginite inespecífica. Vaginose bacteriana.

Agente
Gardnerella vaginalis.

Complicações/Consequências
Infertilidade. Salpingite. Endometrite. Ruptura prematura de Membranas.

Transmissão
Geralmente primária na mulher. Sexual no homem.

Período de Incubação
De 2 a 21 dias.

Tratamento
Medicamentoso : Metronidazol, Clindamicina.

Prevenção
Camisinha.

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag16.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 16h17
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DST's- Parte 14 :

Infecção por ureaplasma =

Conceito
Doença infecto-contagiosa dos órgãos genitais e urinários masculinos ou femininos. Caracteriza-se pela presença (pode não ocorrer) de secreção (corrimento) uretral escassa, translúcida e geralmente matinal. Um ardor uretral ou vaginal pode ser a única manifestação. Quando não tratada, pode permanecer durante anos contaminando as vias genitais dos pacientes. É importante saber que mesmo a pessoa assintomática (portadora da doença mas sem sintomas) pode transmiti-la.

Sinônimos
Uretrite inespecífica, Uretrite não gonocócica (UNG).

Agente
Ureaplasma urealyticum.

Complicações/Consequências
Corioamnioite, baixo peso ao nascer.

Transmissão
Relação sexual

Período de Incubação
10 à 60 dias.

Tratamento
Antibiótico oral.

Prevenção
Camisinha, tratamento simultâneo do(a) parceiro(a).

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag11.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 16h13
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DST's- Parte 13 :

Infecção por trichomonas =

Conceito
Doença infecto-contagiosa do sistema gênito-urinário do homem e da mulher. No homem causa uma uretrite de manifestações em geral discretas, podendo, eventualmente ser ausentes em alguns e muito intensas em outros. É uma das principais causas de vulvovaginite da mulher adulta podendo porém, cursar com pouca ou nenhuma manifestação clínica.

Sinônimos
Uretrite ou vaginite por Trichomonas, Tricomoníase vaginal ou uretral, Uretrite não gonocócica (UNG).

Agente
Trichomonas vaginalis (protozoário).

Complicações/Consequências
Vaginite.

Transmissão
Relação sexual

Período de Incubação
10 à 30 dias, em média.

Tratamento
Antibiótico oral e local (na mulher)

Prevenção
Camisinha, tratamento simultâneo do(a) parceiro(a).

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag10.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 16h10
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DST's- Parte 12 :

Infecção por clamídia =

Conceito
Doença infecto-contagiosa dos órgãos genitais masculinos ou femininos. Caracteriza-se pela presença (pode não ocorrer) de secreção (corrimento) uretral escassa, translúcida e geralmente matinal. Um ardor uretral ou vaginal pode ser a única manifestação. Raramente a secreção pode ser purulenta e abundante. Se não tratada, pode permanecer durante anos contaminando as vias genitais dos pacientes. É importante saber que mesmo a pessoa assintomática (portadora da doença mas sem sintomas) pode transmiti-la.

Sinônimos
Uretrite ou cervicite inespecífica, Uretrite não gonocócica (UNG).

Agente
Chlamidia trachomatis.

Complicações/Consequências
Epididimite, proctite, salpingite e sua sequelas (infertilidade), conjuntivite de inclusão, otite média, tracoma, linfogranuloma venéreo, bartolinite, Doença Inflamatória Pélvica etc

Transmissão
Relação sexual

Período de Incubação
1-2 semanas à 1 mes ou mais.

Tratamento
Antibiótico oral e local (na mulher)

Prevenção
Camisinha. Higiene pós-coito.

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag09.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 16h06
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DST's- Parte 11 :

AIDS =

Conceito
Síndrome (uma variedade de sintomas e manifestações) causado pela infecção crônica do organismo humano pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus). O vírus compromete o funcionamento do sistema imunológico humano, impedindo-o de executar sua tarefa adequadamente, que é a de protegê-lo contra as agressões externas (por bactérias, outros vírus, parasitas e mesmo por celulas cancerígenas). Com a progressiva lesão do sistema imunológico o organismo humano se torna cada vez mais susceptível a determinadas infecções e tumores, conhecidas como doenças oportunísticas, que acabam por levar o doente à morte.

Sinônimos
SIDA, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, HIV-doença.

Agente
HIV (Human Immunodeficiency Virus), com 2 subtipos conhecidos : HIV-1 e HIV-2.

Complicações/Consequências
Doenças oportunísticas, como a tuberculose miliar e determinadas pneumonias, alguns tipos de tumores, como certos linfomas e o Sarcoma de Kaposi, distúrbios neurológicos.

Transmissão
Sangue e líquidos grosseiramente contaminados por sangue, sêmem, secreções vaginais e leite materno.

Período de Incubação
De 3 à 10 anos entre a contaminação e o aparecimento de sintomas sugestivos de AIDS.

Tratamento
Existem drogas que inibem a replicação do HIV, que devem ser usadas associadas, mas ainda não se pode falar em cura da AIDS. As doenças oportunísticas são, em sua maioria tratáveis, mas há necessidade de uso contínuo de medicações para o controle dessas manifestações.

Prevenção
Na transmissão sexual se recomenda sexo seguro (abstinência, relação monogâmica com parceiro HIV negativo, uso de camisinha). Na transmissão pelo sangue recomenda-se cuidado no manejo de sangue (uso de seringas descartáveis, exigir que todo sangue a ser transfundido seja previamente testado para a presença do HIV, uso de luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados). Não há, no momento, vacina efetiva para a prevenção da infecção pelo HIV.

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag08.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 16h04
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DST's- Parte 10 :

Hepatite B =

Conceito
Infecção das células hepáticas pelo HBV (Hepatitis B Virus) que se exterioriza por um espectro de síndromes que vão desde a infecção inaparente e subclínica até a rapidamente progressiva e fatal. Os sintomas são falta de apetite, febre, náuseas, vômitos, astenia, diarréia, dores articulares, icterícia (amarelamento da pele e mucosas) entre os mais comuns.

Sinônimos
Hepatite sérica.

Agente
HBV (Hepatitis B Virus), que é um vírus DNA (hepadnavirus)

Complicações/Consequências
Hepatite crônica, Cirrose hepática, Câncer do fígado (Hepatocarcinoma), além de formas agudas severas com coma hepático e óbito.

Transmissão
Pelos seguintes líquidos corpóreos : sangue e líquidos grosseiramente contaminados por sangue, sêmem e secreções vaginais e, menos comumente, a saliva.

Período de Incubação
30 à 180 dias (em média 75 dias).

Tratamento
Não há medicamento para combater diretamente o agente da doença, trata-se apenas os sintomas e as complicações.

Prevenção
Vacina, obtida por engenharia genética, com grande eficácia no desenvolvimento de níveis protetores de anticorpos (3 doses). Recomenda-se os mesmo cuidados descritos na prevenção da AIDS, ou seja, sexo seguro e cuidados com a manipulação do sangue.

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag06.htm


 

Escrito por Izabel Alice às 16h02
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DST's- Parte 09 :

Pediculose do púbis =

Conceito
Infestação da região pubiana causadas por um inseto do grupo dos piolhos e cuja única manifestação é o intenso prurido que causa. Por contiguidade pode acometer também os pelos da região do baixo abdome, ânus e coxas. Eventualmente acometem as sombrancelhas e cílios (auto-inoculação).

Sinônimos
Ftiríase, Chato

Agente
Phtirus Pubis

Transmissão
Principalmente pelo ato sexual, porém pode ocorrer através de roupas de cama, vestimentas, uso comum de toalhas e vasos sanitários.

Tratamento
Local.

Prevenção
Escolha do(a) parceiro(a).

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag07.htm


 

Escrito por Izabel Alice às 16h00
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DST's- Parte 08 :

Granuloma Inguinal =

Conceito
Doença bacteriana de evolução crônica que se caracteriza pelo aparecimento de lesões granulomatosas (grânulos, caroços), ulceradas (feridas), indolores e auto-inoculáveis. Tais lesões localizam-se na região genital, perianal e inguinal, podendo, eventualmente, ocorrer em outras regiões do organismo, inclusive órgãos internos.

Sinônimos
Danovanose, Granuloma Venéreo, Granuloma Tropical, Granuloma Contagioso, Úlcera Venérea Crônica, etc.

Agente
Donovania granulomatis (Calymmatobacterium granulomatis).

Complicações/Consequências
Deformidades genitais, elefantíase, tumores.

Transmissão
Usualmente pela relação sexual.

Período de Incubação
Variável. De 3 dias a 6 meses.

Tratamento
Sistêmico, através de antibióticos. Tratamento local, eventualmente cirúrgico.

Prevenção
Camisinha. Higienização após o coito.


fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag14.htm


 

Escrito por Izabel Alice às 15h58
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DST's- Parte 07 :

Linfogranuloma Venéreo =

Conceito
O Linfogranuloma venéreo caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) que tem curta duração e que se apresenta como uma ulceração (ferida) ou como uma pápula (elevação da pele). Esta lesão é passageira (3 a 5 dias) e frequentemente não é identificada pelos pacientes, especialmente do sexo feminino. Após a cura desta lesão primária, em geral depois de duas a seis semanas, surge o bubão inguinal que é uma inchação dolorosa dos gânglios de uma das virilhas (70% das vezes é de um lado só). Se este bubão não for tratado adequadamente ele evolui para o rompimento expontâneo e formação de fístulas que drenam secreção purulenta.

Sinônimos
Doença de Nicolas-Favre, Linfogranuloma Inguinal, Mula, Bubão.

Agente
Chlamydia trachomatis.

Complicações/Consequências
Elefantíase do pênis, escroto, vulva. Proctite (inflamação do reto) crônica. Estreitamento do reto.

Transmissão
Relação sexual é a via mais frequente de transmissão. O reto de pessoas cronicamente infectada é reservatório de infecção.

Período de Incubação
7 a 60 dias.

Tratamento
Sistêmico, através de antibióticos. Aspiração do bubão inguinal. Tratamento das fístulas

Prevenção
Camisinha. Higienização após o coito.

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag13.htm

Escrito por Izabel Alice às 15h56
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DST's- Parte 06 :

Condiloma acuminado/HPV =

Conceito
Infecção causada por um grupo de vírus (HPV - Human Papilloma Viruses) que determinam lesões papilares (elevações da pele) as quais, ao se fundirem, formam massas vegetantes com o aspecto de couve-flor (verrugas). Os locais mais comuns do aparecimento destas lesões são a glande, o prepúcio e o meato uretral no homem e a vulva, o períneo, a vagina e o colo do útero na mulher. Em ambos os sexos pode ocorrer no ânus e reto, não necessariamente relacionado com o coito anal. Com alguma frequência a lesão é pequena, de difícil visualização à vista desarmada, mas na grande maioria das vezes a infecção é assintomática ou inaparente (sem nenhuma manifestação detectável pelo paciente).

Sinônimos
Jacaré, jacaré de crista, crista de galo, verruga genital.

Agente
Papilomavirus Humano (HPV) - DNA vírus.  HPV é o nome de um grupo de virus que inclue mais de 100 tipos. As verrugas genitais ou condilomas acuminados são apenas uma das manifestações da infecção pelo virus do grupo HPV e estão relacionadas com os tipos 6,11 e 42, entre outros. Alguns tipos (2, 4, 29 e 57) causam lesões nas mãos e pés (verrugas comuns). O espectro das infecções pelos HPV é muito mais amplo do que se conhecia até poucos anos atrás e inclui também infecções subclínicas (diagnosticadas por meio de peniscopia, colpocitologia, colposcopia e biópsia) e infecções latentes (só podem ser diagnosticada por meio de testes para detecção do virus). Alguns trabalhos médicos referem-se a possibilidade de que 10-20% da população feminina sexualmente ativa, possa estar infectada pelos HPV. A principal importância epidemiológica destas infecções deriva do fato que do início da década de 80 para cá, foram publicados muitos trabalhos relacionando-as ao câncer genital, principalmente feminino. Alguns tipos de virus tem um potencial oncogênico (que pode desenvolver câncer) maior do que os outros (HPV tipo 16, 18, 45 e 56)

Complicações/Consequências
Câncer do colo do útero e vulva e, mais raramente, câncer do pênis e também do ânus.

Transmissão
Contacto sexual íntimo (vaginal, anal e oral). Mesmo que não ocorra penetração vaginal ou anal o virus pode ser transmitido. Eventualmente uma criança pode ser infectada pela mãe doente, durante o parto. Pode ocorrer também, embora mais raramente, contaminação por outras vias que não a sexual : em banheiros, saunas, instrumental ginecológico, uso comum de roupas íntimas, toalhas etc.   

Período de Incubação
Semanas a anos. (Como não é conhecido o tempo que o virus pode permanecer no estado latente e quais os fatores que desencadeiam o aparecimento das lesões, não é possível estabelecer o intervalor mínimo entre a contaminação e o desenvolvimento das lesões, que pode ser de algumas semanas até anos ou décadas)  

Tratamento
O tratamento visa a remoção das lesões (verrugas, condilomas). Os tratamentos disponíveis são locais (cáusticos, quimioterápicos, cauterização etc). As recidivas (retorno da doença) podem ocorrer e  são freqüentes, mesmo com o tratamento adequado. Eventualmente, as lesões desaparecem espontaneamente. Não existe ainda um medicamento que erradique o virus, mas a cura da infecção pode ocorrer por ação dos mecanismos de defesa do organismo. Há também estudos no sentido do desenvolvimento de vacinas contra o HPV.

Prevenção
Camisinha usada adequadamente, do início ao fim da relação, pode proporcionar alguma proteção. Exame ginecológico anual para rastreio de doenças pré-invasivas do colo do útero.  Avaliação do(a) parceiro(a). Abstinência sexual durante o tratamento.

fonte de pesquisa:

texto =

http://www.dst.com.br/pag05.htm

Escrito por Izabel Alice às 15h52
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DST's- Parte 05 :

Gonorréia =

Conceito
Doença infecto-contagiosa que se caracteriza pela presença de abundante secreção (corrimento) purulenta pela uretra no homem e vagina e/ou uretra na mulher. Este quadro frequentemente é precedido por prurido (coceira) na uretra e disúria (ardência miccional). Em alguns casos podem ocorrer sintomas gerais, como a febre. Nas mulheres os sintomas são mais brandos ou podem estar ausentes (maioria dos casos).

Sinônimos
Uretrite Gonocócica, Blenorragia, Fogagem

Agente
Neisseria gonorrhoeae

Complicações/Consequências
Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Doença Inflamatória Pélvica. Infertilidade. Epididimite. Prostatite. Pielonefrite. Meningite. Miocardite. Gravidez ectópica. Septicemia, Infecção ocular (ver foto abaixo) , Pneumonia e Otite média do recém-nascido. Artrite aguda etc.

Transmissão
Relação sexual. O risco de transmissão é superior a 90%, isto é, ao se ter um relacionamento sexual com um(a) parceiro(a) doente, o risco de contaminar-se é de cerca de 90%. O fato de não haver sintomas (caso da maioria das mulheres contaminadas), não afeta a transmissibilidade da doença.

Período de Incubação
2 a 10 dias

Tratamento
Antibióticos.

Prevenção
Camisinha. Higiene pós-coito.

 

fonte de pesquisa:

texto =

http://www.dst.com.br/pag04.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 15h48
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DST's- Parte 04 :

Herpes Simples Genital =

Conceito
Infecção recorrente (vem, melhora e volta) causadas por um grupo de vírus que determinam lesões genitais vesiculares (em forma de pequenas bolhas) agrupadas que, em 4-5 dias, sofrem erosão (ferida) seguida de cicatrização espontânea do tecido afetado. As lesões com frequência são muito dolorosas e precedidas por eritema (vermelhidão) local.
A pessoa pode estar contaminada pelo virus e não apresentar ou nunca ter apresentado sintomas e, mesmo assim, pode transmití-lo a(ao) parceira(o) numa relação sexual.

Sinônimos
Herpes Genital

Agente
DNA vírus

Complicações/Consequências
Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Infecções peri e neonatais. Vulvite. Vaginite. Cervicite. Ulcerações genitais. Proctite etc.

Transmissão
Frequentemente pela relação sexual.

Período de Incubação
Indeterminado

Tratamento
Não existe ainda tratamento eficaz quanto a cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises.

Prevenção
Não está provado que a camisinha diminua a transmissibilidade da doença. Higienização genital antes e após o relacionamento sexual é recomendável.

fonte de pesquisa:

texto =

http://www.dst.com.br/pag03.htm

Escrito por Izabel Alice às 15h42
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DST's- Parte 03 :

Candidíase =

Conceito
A candidíase, especialmente a candidíase vaginal, é uma das causas mais frequentes de infecção genital. Caracteriza-se por prurido (coceira), ardor, dispareunia (dor ao coito) e pela eliminação de um corrimento vaginal em grumos, semelhante à nata do leite. Com frequência, a vulva e a vagina encontram-se edemaciadas (inchadas) e hiperemiadas (avermelhadas). As lesões podem estender-se pelo períneo, região perianal e inguinal (virilha). No homem apresenta-se com hiperemia da glande e prepúcio e eventualmente por um leve edema e pela presença de pequenas lesões puntiformes (em forma de pontos), avermelhadas e pruriginosas. Não é uma doença de transmissão exclusivamente sexual. Existem fatores que predispõe ao aparecimento da infecção : diabetes melitus, gravidez, uso de contraceptivos (anticoncepcionais) orais, uso de antibióticos e medicamentos imunosupressivos (que diminuem as defesas imunitárias do organismo), obesidade, uso de roupas justas etc.

Sinônimos
Monilíase.

Agente
Candida albicans e outros.

Complicações/Consequências
Nenhuma digna de nota.

Transmissão
Pode ser transmitida através da relação sexual.

Período de Incubação
Muito variável.

Tratamento
Medicamentos locais e sistêmicos.

Prevenção
Higienização adequada. Evitar vestimentas muito justas. Tratar doença predisponente. Camisinha.

 

fonte de pesquisa:

texto=

http://www.dst.com.br/pag12.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 15h19
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DST's- Parte 02 :

Cancro Mole =

Conceito
Ulceração (ferida) dolorosa, com a base mole, hiperemiada (avermelhada), com fundo purulento e de forma irregular que compromete principalmente a genitália externa mas pode comprometer também o ânus e mais raramente os lábios, a boca, língua e garganta. Estas feridas são muito contagiosas, auto-inoculáveis e portanto, frequentemente múltiplas. Em alguns pacientes, geralmente do sexo masculino, pode ocorrer infartamento ganglionar na região inguino-crural (inchação na virilha). Não é rara a associação do cancro mole e o cancro duro (sífilis primária).

Sinônimos
Cancróide, cancro venéreo simples, "cavalo"

Agente
Haemophilus ducreyi

Complicações/Consequências
Não tem.

Transmissão
Relação sexual

Período de Incubação
2 à 5 dias

Tratamento
Antibiótico.

Prevenção
Camisinha. Higienização genital antes e após o relacionamento sexual.

fonte de pesquisa:

texto:

http://www.dst.com.br/pag02.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 15h16
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DST's- Parte 01 :

DST's: (Doenças sexualmente transmissiveis)

Quais são:

Cancro Duro (Sífilis)
Cancro Mole
Candidíase
Herpes Simples Genital
Gonorréia
Condiloma acuminado/HPV
Linfogranuloma Venéreo
Granuloma Inguinal
Pediculose do púbis
Hepatite B
AIDS
Infecção por clamídia
Infecção por trichomonas
Infecção por ureaplasma
Infecção por gardnerella

Sobre cada uma ::

Cancro Duro (Sífilis) =

Conceito
Doença infecto-contagiosa sistêmica (acomete todo o organismo), que evolui de forma crônica (lenta) e que tem períodos de acutização (manifesta-se agudamente) e períodos de latência (sem manifestações). Pode comprometer múltiplos órgãos (pele, olhos, ossos, sistema cardiovascular, sistema nervoso). De acordo com algumas características de sua evolução a sífilis divide-se em Primária, Secundária, Latente e Terciária. Quando transmitida da mãe para o feto é chamada de Sífilis Congênita. O importante a ser considerado aqui é a sua lesão primária, também chamada de cancro de inoculação (cancro duro), que é a porta de entrada do agente no organismo do paciente. Trata-se de uma lesão ulcerada (cancro) não dolorosa (ou pouco dolorosa), em geral única, com a base endurecida, lisa, brilhante, com presença de secreção serosa (líquida, transparente) escassa e que pode ocorrer nos grandes lábios, vagina, clítoris, períneo e colo do útero na mulher e na glande e prepúcio no homem, mas que pode tambem ser encontrada nos dedos, lábios, mamilos e conjuntivas.

Sinônimos
Cancro duro, cancro sifilítico, Lues.

Agente
Treponema pallidum

Complicações/Consequências
Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Infecções peri e neonatal. Sífilis Congênita. Neurossífilis. Sifilis Cardiovascular.

Transmissão
Relação sexual, transfusão de sangue contaminado, transplacentária (a partir do quarto mês de gestação).

Período de Incubação
1 semana à 3 meses

Tratamento
Medicamentoso. Com cura, se tratado adequadamente.

Prevenção
Camisinha protege contaminação genital

fonte de pesquisa:

texto :

http://www.dst.com.br/pag01.htm

 

Escrito por Izabel Alice às 15h13
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Gravidez na adolescência- Parte 03 :

Sobre o Concepto

Existem riscos, tanto fisícos, imediatos, quanto psicossociais, que se manifestam a longo prazo, nos filhos de adolescentes. Devido a dificuldade em adaptar-se à sua nova condição a mãe adolescente pode vir a abandonar o filho, dando-o à adoção, e quando o recém-nascido não é abandonado, está mais sujeito, em relação à população geral, a maus tratos.

A literatura mostra que há maior freqüência de prematuridade, de baixo peso ao nascer, Apgar mais baixo, doenças respiratórias, trauma obstétrico, além de maior freqüência de doenças perinatais e mortalidade infantil. Deve-se considerar que estes riscos se associam não só a idade materna, mas principalmente a outros fatores, como a baixa escolaridade, pré-natal inadequado ou não realizado, baixa condição socioeconômica, intervalos interpartais curtos (< de 2 anos) e estado nutricional materno comprometido. Estas complicações biológicas tendem a ser tanto mais freqüentes quanto mais jovem a mãe (< 15 anos) ou quando a idade ginecológica for menor de 2 anos (Correa & Coates, 1993).

 

Epidemiologia da Gravidez na Adolescência

O aumento das taxas de gravidez na adolescência se deve, principalmente, às custas das faixas etárias mais jovens, em todo mundo.

Em 1980 o Brasil possuía 27.8 milhões de adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, o que representava 23% da população geral. A taxa de fecundidade entre os 15 e 19 anos era de 11% . Nessa época, dos partos realizados pela rede do INAMPS, 13% eram de menores de 19 anos (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 1980).

Conforme dados da Organização Panamericada da Saúde -OPS (1992), no começo da década de 80, 12,5 % dos nascimentos da América Latina eram de mães menores de 20 anos. A população de 15 a 24 anos (de alto risco para engravidar) chegou a 71 milhões em 1980. Estima-se que chegou a 86 milhões em 1990 e que no ano 2000 estaria em torno de 100 milhões de adolescentes. Isso indica que durante o período 1980 - 2000 a população de adolescentes na América Latina aumentaria aproximadamente 41,6%. A adolescente representaria, no ano 2000, 19% da população latino-americana. Na América Latina nascem 3.312.000 filhos de mães adolescentes por ano. A nível mundial, de cada 100 adolescentes entre 15 e 19 anos, 5 se tornam mães anualmente, o que eleva a 22.473.600 nascidos de mães adolescentes.

No Brasil, é no estrato social mais pobre que se encontram os maiores índices de fecundidade na população adolescente. Assim, no estrato de renda familiar menor de um salário mínimo, cerca de 26% das adolescente entre 15 e 19 anos tiveram filhos, e no estrato de renda mais elevado, somente 2,3% eram mães (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 1988). Nas regiões faveladas do Recife, de cada dez mulheres que são mães uma é menor de 15 anos, sendo que 60% das mulheres têm menos de 20 anos de idade (Lima et al., 1990).

Em nosso meio, as taxas de gravidez na adolescência variam de serviço para serviço, mas estima-se que de 20% a 25% do total de mulheres gestantes sejam adolescentes, apontando que há uma gestante adolescente em cada cinco mulheres (Santos Júnior, 1999).

Estudo realizado em 1985, por Nóbrega et al. em nosso meio, mostrava que a distribuição de partos entre adolescentes de baixo nível socioeconômico-BNSE se dava da seguinte forma: 1,4% nas < 15 anos; 18,5% entre 15 e 19 anos, sendo que a população adolescente representava 14,4% do total e as menores de 15 anos 0,2% do total. Em trabalho retrospectivo realizado no ano de 1991 no Amparo Maternal (SP), entidade filantrópica que assiste basicamente a população de BNSE encontrou-se: 6.316 partos com recém-nascidos vivos no período, sendo que a população adolescente representava 24,4% do total e as menores de 15 anos 2,6% do total (Vitalle, 1993; Vitalle et al., 1997). Há, portanto, aumento da freqüência de gravidez na adolescência quando comparamos os dois trabalhos.

Rocha (1991), no Recife, encontrou 24,5% de partos na adolescência, em amostra de 5940 recém-nascidos vivos de BNSE, sendo que as menores de 15 anos representavam 0,5% do total e as de 15 a 19 anos 23,9% do total, dados muito semelhantes aos do Amparo Maternal (Vitalle, 1993), exceto pelas mães menores de 15 anos onde se observam percentuais maiores na população estudada em São Paulo, confirmando assim que a gravidez na adolescência está aumentando às custas, inclusive, das gestantes mais jovens.

Estudo de fatores de risco para verificar o surgimento de prematuridade e baixo peso, realizado no Município de São Paulo, mostrou que a adolescência não influencia a ocorrência de baixo peso, porém aumenta em 1,3 vezes o risco de ocorrência de prematuridade. Pode-se responsabilizar a inadequada condição econômica como o fator de risco mais importante na determinação de prematuridade e baixo peso, pois, controladas as demais variáveis (idade materna, tabagismo, cuidado pré-natal) encontrou-se o risco aumentado de 1,8 vezes de prematuridade e 2,1 vezes de baixo peso ao nascimento quando a parturiente provinha do baixo nível econômico (Vitalle, 2001).

A Organização Panamericana de Saúde atribui o aumento do número de filhos de mães menores de 20 anos de idade ao fato de que "o conhecimento sobre a relação sexual livre se difunde mais rapidamente entre os adolescentes, que o conhecimento sobre os efeitos biológicos e psicológicos adversos da gravidez nessa idade, tanto para a mãe quanto para o filho".

Texto:

AAnciahttp://www.brazilpednews.org.br/set2001/bnpar101.htm

 

Imagens:

http://palavraaberta.blogdrive.com/images/gravidez.jpg

http://www.falasp.futuro.usp.br/arquivo/e036/e036.gif

http://www.sopape.com.br/SPP%20SociedadeParaense%20de%20Pediatria_arquivos/adoslescente_gravida.gif

 

Escrito por Izabel Alice às 14h58
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Gravidez na adolescência- Parte 02 :

Fatores Sociais

As atitudes individuais são condicionadas tanto pela família quanto pela sociedade. A sociedade tem passado por profundas mudanças em sua estrutura, inclusive aceitando melhor a sexualidade na adolescência, sexo antes do casamento e também a gravidez na adolescência. Portanto tabus, inibições e estigmas estão diminuindo e a atividade sexual e gravidez aumentando (Hechtman, 1989, Block et al., 1981; Lima et al, 1985; Almeida & Fernandes, 1998; McCabe & Cummins, 1998; Medrado & Lyra, 1999 ).

Por outro lado, dependendo do contexto social em que está inserida a adolescente, a gravidez pode ser encarada como evento normal, não problemático, aceito dentro de suas normas e costumes (Necchi, 1998).

A identificação com a postura da religião adotada se relaciona com o comportamento sexual. Alguns trabalhos mostram que a religião tem participação importante como preditora de atitudes sexuais. Adolescentes que têm atividade religiosa apresentam um sistema de valores que os encoraja a desenvolverem comportamento sexual responsável (Glass, 1972; Werner-Wilson, 1998). No nosso meio, nos últimos anos as novas religiões evangélicas têm florescido, e são , de modo geral, bastante rígidas no que diz respeito à prática sexual pré-marital. Alguns profissionais de saúde que trabalham com adolescentes têm a impressão de que as adolescentes que freqüentam essas igrejas iniciam a prática sexual mais tardiamente, porém, não há pesquisas comprovando essas impressões (Guimarães, 2001).

 

Fatores psicológicos e contracepção

A utilização de métodos contraceptivos não ocorre de modo eficaz na adolescência, e isso está vinculado inclusive aos fatores psicológicos inerentes ao período pois a adolescente nega a possibilidade de engravidar e essa negação é tanto maior quanto menor a faixa etária; o encontro sexual é mantido de forma eventual, não justificando, conforme acreditam, o uso rotineiro da contracepção; não assumem perante a família a sua sexualidade e a posse do contraceptivo seria a prova formal de vida sexual ativa (American Academy of Pediatrics, 1979; Zelnick & Kartner, 1979; McAnarney & Hendee, 1989; Stevens-Simon et al., 1996). A gravidez e o risco de engravidar podem estar associados a uma menor auto-estima, ao funcionamento intrafamiliar inadequado ou à menor qualidade de atividades do seu tempo livre. A falta de apoio e afeto da família, em uma adolescente cuja auto-estima é baixa, com mau rendimento escolar, grande permissividade familiar e disponibilidade inadequada do seu tempo livre, poderiam induzi-la a buscar na maternidade precoce o meio para conseguir um afeto incondicional, talvez uma família própria, reafirmando assim o seu papel de mulher, ou sentir-se ainda indispensável a alguém. A facilidade de acesso à inforrmação sexual não garante maior proteção contra doenças sexualmente transmissíveis e gravidez não desejada (Sumano, 1998; Campos, 2000).

Estudo realizado na emergência obstétrica de hospital em Porto Alegre revelou que das adolescentes com vida sexual ativa que usavam algum método contraceptivo, 41% o faziam de forma incorreta ou realizavam trocas indadequadas. Apenas 18% relataram o uso de condom. Entre aquelas que não utilizavam nenhum método anticoncepcional, como justificativa argumentavam: o desconhecimento dos métodos; não quere usar e desejar engravidar; não acreditavam que pudessem engravidar; não ter condições para comprar; ser alérgica; ter medo que os pais decubram; o parceiro não querer usar (Gobbatto et al., 1999).

 

Repercussões da Gravidez na Adolescência

Sobre a mãe adolescente

Existem relatos de que complicações obstétricas ocorrem em maior proporção nas adolescentes, principalmente nas de faixa etária mais baixa. Há constatações que vão desde anemia, ganho de peso insuficiente, hipertensão, infecção urinária, DST, desproporção céfalo-pélvica, até complicações puerperais (Rubio et al, 1981; Sismondi, et al, 1984; Black & Deblassie, 1985; Stevens-Simon & White, 1991; Zhang & Chan, 1991). Porém, devemos ter o cuidado de nos lembrar que esses achados se relacionam também com os cuidados pré-natais e desde que haja adequado acompanhamento pré-natal, não há maior risco de complicações obstétricas quando se comparam mulheres adultas e adolescentes de mesmo nível socioeconômico (Felice et al, 1981; McAnarney & Thiede, 1981; Madi et al, 1986).

Outro ponto doloroso dessa questão é a morte da mãe decorrente de complicações da gravidez, parto e puerpério; sendo que na adolescência, em estudo realizado no nosso meio, verificou-se ser esta a sexta causa de morte (Siqueira & Tanaka, 1986).

No tocante à educação, a interrupção, temporária ou definitiva, no processo de educação formal, acarretará prejuízo na qualidade de vida e nas oportunidades futuras. E não raro com a conivência do grupamento familiar e social a adolescente se afasta da escola, frente a gravidez indesejada, quer por vergonha, quer por medo da reação de seus pares (McGoldrich, 1985; Aliaga et al, 1985; Fernadéz et al., 1998; Souza, 1999).

As repercussões nutricionais serão tanto maiores quanto mais próxima da menarca acontecer a gestação, já que nesse período o processo de crescimento ainda está ocorrendo. O crescimento materno pode sofrer interferências por que há uma demanda extra requisitada para o crescimento fetal (American Dietetic Association, 1989). A inundação hormonal da gestação promoverá soldadura precoce das epifíses naquelas adolescentes que engravidaram antes de ter completado seu crescimento biológico, podendo ter portanto, prejuízo na estatura final. Lembramos ainda que na adolescência há necessidades maiores de calorias, vitaminas e minerais e estas necessidades somam-se àquelas exigidas para o crescimento do feto e para a lactação.

Dada sua imaturidade e labilidade emocional podem ocorrer importantes alterações psicológicas, gerando extrema dificuldade em adaptar-se à sua nova condição, exarcebando sentimentos que já estavam presentes antes da gravidez, como ansiedade, depressão e hostilidade (Friedman & Phillips, 1981). As taxas de suicídio nas adolescentes grávidas são mais elevadas em relação às não grávidas (Foster & Miller, 1980; Hechtman, 1989), principalmente nas jovens grávidas solteiras (Cabrera, 1995).

Sobre o pai adolescente

De modo geral, o pai costuma ser dois a três anos mais velho que a mãe adolescente. A paternidade precoce se associa com maior freqüência ao abandono dos estudos, à sujeição a trabalhos aquém da sua qualificação, a prole mais numerosa e a maior incidência de divórcios (OPAS, 1995).

Escrito por Izabel Alice às 14h52
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Gravidez na adolescência- Parte 01 :

Introdução

A gravidez na adolescência tem sérias implicações biológicas, familiares, emocionais e econômicas, além das jurídico-sociais, que atingem o indivíduo isoladamente e a sociedade como um todo, limitando ou mesmo adiando as possibilidades de desenvolvimento e engajamento dessas jovens na sociedade. Devido às repercussões sobre a mãe e sobre o concepto é considerada gestação de alto risco pela Organização Mundial da Saúde (OMS 1977, 1978), porém, atualmente postula-se que o risco seja mais social do que biológico.

A atividade sexual na adolescência vem se iniciando cada vez mais precocemente, com conseqüências indesejáveis imediatas como o aumento da freqüência de doenças sexualmente transmissíveis (DST) nessa faixa etária; e gravidez, muitas vezes também indesejável e que por isso, pode terminar em aborto (Basso et al, 1991; Mimica & Piato, 1991; Taquete, 1992; Oh et al, 1993; Crespin, 1998; Chabon et al., 2000). Quando a atividade sexual tem como resultante a gravidez, gera consequências tardias e a longo prazo, tanto para a adolescente quanto para o recém-nascido. A adolescente poderá apresentar problemas de crescimento e desenvolvimento, emocionais e comportamentais, educacionais e de aprendizado, além de complicações da gravidez e problemas de parto. Há inclusive quem considere a gravidez na adolescência como complicação da atividade sexual (Creatsas et al., 1991; Piyasil, 1998; Wilcox & Field, 1998).

 

Causas

A gravidez na adolescência é multicausal e sua etiologia está relacionada a uma série de aspectos que podem ser agrupados em:

 

Fatores Biológicos

Que envolvem desde a idade do advento da menarca até o aumento do número de adolescentes na população geral. Sabe-se que as adolescentes engravidam mais e mais a cada dia e em idades cada vez mais precoces. Observa-se que a idade em que ocorre a menarca tem se adiantado em torno de quatro meses por década no nosso século. De modo geral se admite que a idade de ocorrência da menarca tenha uma distribuição gaussiana e o desvio-padrão é aproximadamente 1 ano na maioria das populações, conseqüentemente, 95% da sua ocorrência se encontra nos limites de 11,0 a 15,0 anos de idade (Marshal & Tanner, 1969; Bezerra et al, 1973; Sedenho & Souza Freitas, 1984; Colli, 1988; Chompootaweep et al., 1997).

Sendo a menarca, em última análise, a resposta orgânica que reflete a interação dos vários segmentos do eixo neuroendócrino feminino, quanto mais precocemente ocorrer, mais exposta estará a adolescente à gestação. E nas classes econômicas mais desfavorecidas onde há maior abandono e promiscüidade, maior desinformação, menor acesso à contracepção, está a grande incidência da gestação na adolescência (Behle, 1991).

 

Fatores de Ordem Familiar

O contexto familiar tem relação direta com a época em que se inicia a atividade sexual. Assim sendo, adolescentes que iniciam vida sexual precocemente ou engravidam nesse período, geralmente vêm de famílias cujas mães também iniciaram vida sexual precocemente ou engravidaram durante a adolescência (Newcomer et al, 1983; Davis, 1989). De qualquer modo, quanto mais jovens e imaturos os pais, maiores as possibilidades de desajustes e desagregação familiar (Baldwin & Cain, 1980; Young et al, 1991; Dadoorian, 1996). O relacionamento entre irmãos também está associado com a atividade sexual: experiências sexuais mais cedo são observadas naqueles adolescentes em cuja família os irmãos mais velhos têm vida sexual ativa.

Escrito por Izabel Alice às 14h51
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Puberdade :

Ao componente biológico das transformações características da adolescência dá-se o nome de puberdade. A puberdade não é, portanto, sinônimo de adolescência, mas uma parte desta, compreendendo o período desde o aparecimento dos caracteres sexuais secundários (broto mamário, aumento do testículo e/ou desenvolvimento de pêlos pubianos), até o completo desenvolvimento físico e parada de crescimento.

A idade de início da puberdade apresenta ampla variação individual, ocorrendo no sexo feminino mais freqüentemente entre 9 e 13 anos e no sexo masculino entre 10 e 14 anos de idade. O processo de crescimento e desenvolvimento da adolescência ocorre em diversos setores do organismo, porém as manifestações mais evidentes e marcantes relacionam-se ao aumento de altura e peso e à maturação sexual.

Estas características biológicas são universais e ocorrem de forma semelhante em todos os seres humanos. Elas podem ser quantificadas e classificadas através de avaliação clínica (tabelas de crescimento, critérios de Tanner), exames laboratoriais (dosagem de hormônios, radiografias) e data da primeira menstruação (menarca). Entretanto, estas características não são imutáveis, pois podem ser modificadas ou interrompidas por fatores ambientais, incluindo situações de estresse (medo, ansiedade, depressão, perdas afetivas), atividade física intensa, desnutrição ou uso de substâncias químicas lícitas ou não.

Considera-se como puberdade atrasada a ausência de qualquer característica sexual secundária em meninas a partir dos 13 anos de idade e em meninos a partir dos 14 anos de idade. Já a puberdade precoce pode ser considerada quando o início das características sexuais nas meninas ocorre antes dos 8 anos e nos meninos antes dos nove anos.

Maturação sexual:

A maturação sexual abrange o desenvolvimento das gônadas, órgãos de reprodução e caracteres sexuais secundários. Existe uma ampla variação normal da idade de início e da velocidade de progressão da maturação sexual dentro de uma população. Na maioria das vezes os estágios de maturação sexual ocorrem numa seqüência constante.

No sexo masculino os sinais de maturação sexual costumam ocorrer na seguinte seqüência: aumento dos testículos e da bolsa escrotal (média aos nove e dez anos de idade), crescimento de pelos pubianos (em torno do 11, 13 anos de idade), pelos axilares, pelos sobre o lábio superior, na face e em outra partes do corpo, mudanças da laringe e da voz e crescimento do pênis. A mudança na voz ocorre em média entre 12 e 15 anos de idade.

Segundo o livro de ciencias do 6º ano, a puberdade é um conjunto de caracteristicas sexuais que ocorre entre os 10 e os 15 anos. Na puberdade os individuos ganham mais consciencia sexual e por vezes ganham interesses por drogas/tabaco, etc... O que é muito mau para eles. Apesar disso há jovens que querem experimentar o sexo e acabam por faze-lo muito cedo, o que origina as maes solteiras e por vezes mães de 12, 13 ou 14 anos, é claro que estas nao estao preparadas para ter filhos e por isso terão ao longo da vida vários problemas!

Escrito por Izabel Alice às 14h34
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Adolescência- Parte 02 :

Questões de instância legal :

Em muitos países, pessoas maiores de uma certa idade (18 anos, em vários casos, apesar de variar de país a país) são legalmente considerados adultos. Pessoas que tem menos que essa delimitada idade podem ser considerados jovens demais para serem considerados culpados por crime. Isto chama-se defesa da infância. O direito a votar em eleições é dado a pessoas com idade mínima entre 16 e 21 anos, em muitos países.

A venda de certos produtos como cigarros, álcool, filmes e jogos eletrônicos com conteúdo pornográfico ou violento é proibido a menores de idade. Tais restrições de idade variam de país a país. Na prática, é possível encontrar pessoas que tiveram contato com estes produtos antes da maioridade.

Texto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolesc%C3%AAncia

 

Imagens:

http://troll-urbano.weblog.com.pt/arquivo/adolescencia.jpg

http://troll-urbano.weblog.com.pt/arquivo/adolescencia1.jpg

Escrito por Izabel Alice às 14h11
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Adolescência- Parte 01 :

Adolescência:

 é uma das etapas do desenvolvimento humano caracterizada por alterações físicas, psíquicas e sociais, sendo que estas duas últimas recebem interpretações e significados diferentes dependendo da época e da cultura na qual está inserida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, adolescente é o indivíduo que se encontra entre os dez e vinte anos de idade. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece outra faixa etária: dos doze aos dezoito anos. Daniel Sampaio define adolescência como sendo: uma etapa do desenvolvimento, que ocorre desde a puberdade à idade adulta, ou seja, desde a altura em que as alterações psicobiológicas iniciam a maturação até à idade em que um sistema de valores e crenças se enquadra numa identidade estabelecida.

Os aspectos físicos da adolescência (crescimento, maturação sexual) são os componentes da puberdade, vivenciados de forma semelhante por todos os indivíduos. Quanto às dimensões psicológica e social, estas são vivenciadas de maneira diferente em cada sociedade, em cada geração e em cada família, sendo singulares até mesmo para cada indivíduo. É neste contexto de alteração do próprio corpo e também de uma maturação ao nível do intelecto (operações formais e abstractas), que o adolescente procura entender quem é e qual o seu papel na sociedade em que vive: interessa-se por problemas de ordem moral e ética e, por vezes, adopta ideologias.

Atualmente, o conceito mais aceite é o de que não existe adolescência, e sim adolescências em função do político, do social, do momento e do contexto em que está inserido o adolescente. A adolescência guarda ainda especificidades em termos de gênero, classe e etnia.

Adolescentes:

Na língua inglesa, originariamente o “teen”, redução do termo “teenage”, era utilizado para designar uma faixa de idade, que vai dos 11 até os 19 anos. O significado recente da palavra teen - adolescente - começou a ser utilizado somente a partir do século XX.

As idades da adolescência variam de acordo com a cultura. A Organização Mundial da Saúde define a adolescência como o período de vida entre os 10 e os 20 anos de idade.

Durante este período de vida, muitas crianças atravessam os estados físicos da puberdade, que geralmente iniciam entre as idades de nove e treze anos. Muitas culturas reconhecem pessoas como “tornando-se adultas” em variadas idades. Por exemplo, a tradição judaica considera como adultos membros da sociedade os homens aos 13 e as mulheres aos 12 anos de idade, sendo a cerimônia de transição chamada Bat Mitzvah para as garotas e Bar Mitzvah para os rapazes. Os jovens católicos de ambos os sexos recebem o sacramento da Crisma. No Japão a passagem para a idade adulta é celebrada pelo Seijin Shiki (ou “cerimônia adulta” em tradução literal).

A legislação de cada país prevê sua idade formal de maioridade, quando adolescentes passam a ser tratados como adultos.

Psicologia dos Adolescentes:

 

Granvillle Stanley Hall (1844-1924), famoso psicólogo e educador americano, primeiro presidente da Universidade de Clark em Massachusetts, EUA, definiu este período como sendo de “tempestades e stress”, posto que conflitos nesse estágio de desenvolvimento podem ser considerados normais. A antropóloga Margaret Mead (1901-1978) atribuía o comportamento adolescente à cultura em que o jovem está inserido. Em complemento, a Teoria do Processamento de Informação não enxerga a adolescência como um estágio diferente, mas somente como parte da escalada do ganho de experiência.

Jean Piaget, entretanto, observou no comportamento adolescente um grande incremento nas habilidades cognitivas, o que pode levar a conflitos, posto que o indivíduo tem acrescidas, ainda, a razão, a necessidade de competição e a habilidade de teorizar em termos adultos - pensamento formal e pensamento abstracto.

A busca por uma identidade única é um dos problemas que adolescentes frequentemente encaram, desafiando autoridades e regras como um caminho para se estabelecerem como indivíduos. Nesse estágio, desportistas e artistas (entre outros) servem como modelos de comportamento e, por esta razão, suas atitudes são bastante criticadas pela sociedade, como numa forma de controle de seus efeitos. Isto não significa, entretanto, que a criação adequada, por pais ou outros tutores, e uma vida inspirada sejam contradições, mas discute-se o quando uma deve ceder lugar à outra.

A dualidade entre o amadurecimento do corpo e amadurecimento psicológico, frequentemente causa certa susceptibilidade à instabilidade emocional que pode levar ao consumo de drogas ou álcool, problemas mentais como esquizofrenia ou distúrbios alimentares (como anorexia e bulimia), e a problemas sociais como a gravidez adolescente. Além disso, cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles e do Instituto Nacional de Saúde Mental, ambos nos EUA, descobriram, usando técnicas de ressonância magnética, que cérebros adolescentes mudam drasticamente, inclusive com redução de massa cinzenta e aumento do volume de massa branca, o que poderia explicar boa parte dos desvios mencionados. Cabe salientar, entretanto, que estes problemas não são exclusivos de adolescentes, e que nem todas as pessoas nessa fase estão sujeitas a eles.

A Psicologia Positiva é frequentemente trazida a termo quando discutimos a psicologia adolescente. Foi observado um grupo surpreendentemente grande de adolescentes entediados, desmotivados e pessimistas quanto a seus futuros. A aproximação pela Psicologia Positiva tenta acender suas chamas interiores, auxiliando-os a desenvolver destrezas complexas dando carga às suas vidas, tornando-se socialmente competentes, compassivos e adultos psicologicamente vigorosos.

 Significância Social

Os adolescentes são um alvo cobiçado pelo comércio. Telefones celulares, música contemporânea, jogos electrónicos e roupas "da moda" são populares entre adolescentes.

No passado (e ainda presente em algumas culturas) haviam cerimónias que celebravam a passagem da adolescência ao mundo adulto, geralmente ocorrendo na adolescência. Genpuku (de idade a, de maior, do japonês) é um exemplo.

Escrito por Izabel Alice às 14h00
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17/05/2007


Métodos anticocepcionais :

Qualquer outra definição para explicar o que são métodos anticoncepcionais não abrangeria sua verdadeira utilidade: eles servem para evitar uma gravidez.

Não há como classificar o melhor método, pois o melhor é aquele que a mulher e seu parceiro confiam e também que não exista contra-indicações ao seu uso.

Por isso é sempre bom saber quais são os métodos existentes e procurar se adequar a algum deles - sempre acompanhado de uma orientação médica.

Existe cinco métodos:

Comportamentais ou de abstinência periódica:
são aqueles que identificam o período fértil, para se ter relações nesse período.
Barreira:
são aqueles que não deixam os espermatozóides subirem através do colo do útero.
Hormonais:
são aqueles que possuem substâncias que produzem algumas alterações no aparelho genital da mulher. Sua atuação é principalmente a nível de ovário, trompas, endométrio e muco.
Intra-uterinos:
colocação de um aparelho que fica dentro do útero.
Cirúrgicos:
operações que são feitas tanto no homem quanto na mulher para interromper definitivamente a capacidade reprodutiva.

 

Fontes de pesquisa:

Texto=

http://www.saudevidaonline.com.br/metodo.htm

Imagens=

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Escrito por Izabel Alice às 19h41
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Parto-Parte 04 :

 

Fontes de pesquisa:

Texto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Parto

 

Imagens:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Parto

 

Escrito por Izabel Alice às 19h40
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Parto-Parte 03

Principais tempos do mecanismo de parto na apresentação cefálica fletida

Tempo principal (Tempo acessório)

Insinuação (Flexão)

Descida (Rotação interna)

Desprendimento (Deflexão)

Restituição ou rotação externa (Desprendimento dos ombros)


A insinuação é a passagem da maior circunferência da apresentação pelos limites do estreito superior da bacia. O movimento complementar ou acessório, que permite a redução dos diâmetros da apresentação, é a flexão (na apresentação cefálica fletida) ou a deflexão (na apresentação cefálica defletida de face). Diz-se que a apresentação cefálica fletida está insinuada quando o ponto de maior declive da apresentação (o vértex) atinge o nível das espinhas ciáticas. O feto está, portanto, no plano 0 de DeLee. Na apresentação cefálica fletida, a insinuação ocorre geralmente na variedade de posição occípito-ilíaca-esquerda-anterior (para alguns, em occípito-ilíaca-esquerda-transversa).

Ocorrem também movimentos de inclinação lateral da apresentação, que se denominam assinclitismo. É anterior, quando a sutura sagital está mais próxima do sacro que do pube, sendo que o parietal anterior entrou primeiro no canal do parto (obliqüidade de Nägele). O assinclitismo é posterior quando a sutura sagital está mais próxima do pube que do sacro (obliqüidade de Litzman). Se for transitório, o assinclitismo é considerado como acomodação da apresentação. Se for definitivo, demonstra distocia. A ausência de flexão lateral, mantendo-se a sutura sagital equidistante do sacro e do pube, condiciona o sinclitismo.

A descida é continuação da insinuação, é a “insinuação mais profunda”, em virtude da qual a cabeça penetra e enche a escavação. Seu movimento acessório é a rotação interna, quando na maior parte das vezes o feto roda para colocar o occipital sob a sínfise púbica, mesmo quando tenha se insinuado em variedades de posição posteriores. Assim sendo, por exemplo, se houver insinuação na variedade de posição occípito-ilíaca esquerda anterior, a cabeça sofrerá rotação de 45 graus desprendendo-se em occípito-púbica. Se a insinuação se der na variedade de posição occípito-ilíaca direita posterior, a cabeça sofrerá rotação de 135 graus desprendendo-se em occípito-púbica. É assim com cada variedade de posição em que se insinuar: o desprendimento se dará preferencialmente na variedade de posição occípito-púbica. Simultaneamente com a rotação interna da cabeça e sua progressão no canal do parto, ocorre a penetração das espáduas através do estreito superior da bacia

O terceiro tempo é o desprendimento, cujo movimento acessório é a deflexão na apresentação cefálica fletida. São movimentos inversos aos da insinuação.

Uma exteriorizada, a cabeça realiza um movimento voltando o occipital para o lado onde se encontrava na insinuação. Este movimento é simultâneo com a rotação interna das espáduas. É denominado de restituição ou rotação externa. Pode ocorrer também a continuação do movimento turbinal até o completo desprendimento do corpo, com rotação externa da cabeça para o lado oposto em que se encontrava quando da insinuação.

O desprendimento das espáduas ocorre com a anterior saindo em primeiro lugar. Para o desprendimento da posterior, o tronco sofre movimento de flexão lateral.

Em 96% dos casos aproximadamente o parto ocorre em apresentação cefálica fletida (de vértice ou de occiput), que é a menos sujeita a perturbações do mecanismo, sendo considerada eutócica por natureza.

Escrito por Izabel Alice às 19h37
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Parto-Parte 02

Terceira fase - terceiro período, secundamente ou dequitadura :

A última fase do parto ocorre entre cerca de 10 minutos a 1 hora após o parto.Fisiologicamente, sabe-se que a dequitação deve ocorrer dentro de 20 e no máximo 30 minutos. A prática tem nos demonstrado que ocorre dentro de 7 a 10 minutos(Renato Araújo,2006).Nesta fase, o útero expele a placenta (após o nascimento da criança). Este período é também chamado de secundamento, dequitadura ou dequitação. É essencial que toda a placenta saia do útero, pelo que o médico ou parteira usualmente examina-a a fim de se aperceber de que ela está intacta, não tendo ficado nenhum resto no interior do útero. Caso isso ocorra, esses "restos" podem causar complicações do pós-parto tais como infecções ou hemorragias.

Após o nascimento:

Normalmente logo após o nascimento, os pais dão um nome à criança. Podem escolher de dois conjuntos de nomes; um se for um menino, e outro se for uma menina.

É costume as pessoas visitarem e trazerem uma prenda para a criança.

Muitas culturas prevêem ritos de iniciação para os recém-nascidos, tais como circuncisão ou batismo, entre outros.

Variações:

Quando o saco amniótico não rompeu durante o trabalho de parto ou fase expulsiva, a criança pode nascer com as membranas intactas. Esta membrana pode ser facilmente removida por quem estiver a auxiliar o parto. Na era medieval esta membrana era considerada sinal de boa sorte, e em algumas culturas como sinal de proteção contra afogamento. Em alguns países, era impressa em papel e deixada como recordação para a criança. Com o advento das modernas técnicas obstétricas interventivas, a ruptura artificial das membranas durante o período de dilatação do parto tornou-se comum e é hoje raro (no Ocidente) ocorrerem nascimentos com as membranas intactas. No entanto, a Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha não se romper artificialmente as membranas durante o parto. Aguarda-se a ruptura espontânea. Se não ocorrer até a expulsão do feto, estará indicada a sua ruptura artificial.

Controle da dor:

Devido ao tamanho relativamente grande do crânio humano e à forma da pélvis humana, o parto é mais difícil e doloroso do que no caso dos outros mamíferos. Existem vários métodos para aliviar as dores do parto, entre os quais se incluem a preparação psicológica, apoio emocional, analgesi epidural, protóxido de azoto, opióides, e métodos de estímulo ao parto natural tais como o método de Lamaze. Cada método tem as suas vantagens tal como desvantagens.

Complicações:

Ocasionalmente surgem complicações durante o trabalho de parto; usualmente, requerem manejo por parte do médico de obstetra.

"Não progressão do trabalho de parto" (longo tempo de contrações, sem dilatação do colo uterino) geralmente é tratada com gel de prostaglandina ou preparação intravenosade ocitocina sintética. Caso não, funcione, uma cesariana pode ser necessária.

Sofrimento fetal é definido por sinais de stress do bebê. Estes sinais podem incluir uma dimnuição no pulso (monitorado através de cardiotocografia/CTG), eliminação de mecônio no fluido aminiótico, entre outros sinais. Não progressão da expulsão (a cabeça, ou parte que se apresente primeiro, não é expulsa apesar das contrações): isto pode determinar intervenções como extração a vácuo, extração a fórceps e cesariana.

No passado, muitas mulheres morriam logo após o trabalho de parto (ver febre puerperal)mas as técnicas modernas de medicina disponíveis em países industrializados têm reduzido este total.

Hemorragia durante ou após o nascimento é potencialmente fatal em lugares sem acesso a um alto nível de cuidado de emergência.Severas perdas de sangue podem causar choque hipovolêmico, isto é, perfusão insuficiente dos orgãos vitais e que pode levar à morte se não for imediatamente tratada por estancamento da hemorragia e transfusão sanguínea.Hipopituitarismo depois de uma choque hipovolémico denomina-se Síndrome de Sheehan.

AS lacerações podem ser dolorosas. A episiotomia era ocasionalmente necessária para evitar danos envolvendo o esfíncter anal, mas o seu uso rotineiro-que outrora fora normal-tem vindo a ser considerado perigoso.

Mecanismo do parto:

Sob o ponto de vista mecânico, são quatro os elementos básicos para o estudo do parto:

• trajeto: a bacia;

• objeto: o feto;

• motor: as contrações uterinas e a prensa abdominal;

• mecanismo: o conjunto de movimentos passivos desempenhado pelo feto para que possa nascer.


Os movimentos próprios do mecanismo de parto concorrem para que haja adaptação aos pontos mais estreitos do canal do parto e às diferenças de forma do canal, mediante redução e acomodação dos diâmetros fetais aos pélvicos. A finalidade primordial é colocar os menores diâmetros do feto em concordância com os menores diâmetros da pelve.

 

Escrito por Izabel Alice às 19h32
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Parto-Parte 01 :

O parto (também chamado nascimento) é a saída do feto do útero materno. Pode ser visto como o oposto da morte, dado que é o início da vida de um indivíduo fora do útero. A idade de um indivíduo é definida em relação a este acontecimento na maior parte das culturas.

Aspectos Médicos=

Introdução:

A ciência médica do nascimento é a obstetrícia e o médico especializado no atendimento ao parto é o obstetra, sendo que em Portugal a especialidade médica que integra essa sub-especialidade é a "Ginecologia e Obstetrícia". Entretanto, existem outros profissionais habilitados na assistência ao parto normal, obstetriz e a/o enfermeira(o) obstetra.

Primeiro período do parto - Período de dilatação :

Um parto humano típico começa com o início da primeira fase do parto: contracções do útero, inicialmente com freqüência de 2 a 3 em cada 10 minutos e com duração aproximada de 40 segundos. Ocasionalmente, o parto é precedido da ruptura do saco amniótico, também chamado de "ruptura das águas" ou "amniorrexe" (quando o amnion e córion se rompem). As contracções aceleram até que ocorram com freqüência de 5 a cada 10 minutos e duração clínica de 70 segundos, quando se aproxima a expulsão do feto. Na expulsão, somam-se as contrações uterinas aos esforços expulsivos voluntários da mãe (puxos). No início do trabalho de parto, a dilatação do colo uterino é de 2 a 3cm nas primíparas e 3 a 4cm nas multíparas. Cada contracção dilata a cervix (colo uterino) até que ela atinge 10 centímetros (4") de diâmetro.

A duração do trabalho de parto varia imensamente mas em média dura cerca de 13 horas (para mulheres parindo pela primeira vez - prímiparas) ou em torno de 8 horas em mulheres que já pariram anteriormente.

Segunda fase do parto - Período expulsivo :

Na segunda fase do parto, o bebé é expelido do útero através do canal do parto através da acção conjugada das contrações uterinas e contracções dos músculos abdominais (puxos). O bebé usualmente nasce de cabeça, a chamada apresentação cefálica. Em alguns casos ocorre a apresentação dos pés ou nádegas primeiro (apresentação pélvica). Com pessoal devidamente treinado, mesmo bebés nessa apresentação ("breech'') podem nascer através da vagina.


Exitem vários tipos de posições invertidas de nascimento, sendo a mais comum aquela em que as nádegas do bebê saem primeiro, e as pernas estão dobradas sobre o corpo do bebê com os joelhos curvados e pés perto das nádegas. Outras disposição consistem quando o bebê tem suas pernas extendidas e direção das orelhas, ou mais incomum quando uma ou as duas pernas estão extendidas, sendo o pé(s) primeiro apresentados ao nascer. Uma outra disposição, rara, é quando o bebê encontra-se numa posição transversal, isto é, disposto de lado no útero, e sendo a mão ou o cotovelo o primeiro a entrar no canal de parto. Neste caso, o nascimento "natural" (vaginal) não deve ser empreendido, a menos em raríssimos casos em que se pode empurar o braço do bebê de volta, e fazê-lo voltar à posição apropriada.


Imediatamente após o parto a criança passa por extensas modificações fisiológicas à medida que se habitua à sua respiração independente. Várias estruturas cardíacas cardíaco começam a regredir imediatamente após o parto, como o ductus arteriosus eo foramen ovale.

O estado médico da criança é avaliado através da escala de Apgar, baseada em cinco parâmetros. Quanto mais elevado o "score" melhor está a criança.

Escrito por Izabel Alice às 19h32
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Gravidez :

Gravidez:

Que momento maravilhoso este que você está vivendo! Imagino a ansiedade que tomou conta de ti, no período que antecedeu a gravidez, as tentativas, os sonhos, os anseios...

Maternidade:

Aparentemente simples, a escolha da maternidade nem sempre preocupa as futuras mamães, nem mesmo seus maridos, pois....

Agir:

No início da gravidez, podemos ter os seguintes sintomas: enjôo, tontura, vômitos, dor de cabeça, salivação excessiva, cólicas uterinas discretas...

Dicas:

Apesar de comum em algumas gestantes (na verdade, na grande maioria das gestantes), gradativamente, o enjôo deixa de ser uma constante...

Nomes:

E não se esqueça: opte sempre pela simplicidade, pois um nome bem escolhido pode ser sinônimo de satisfação, da mesma forma que um mal escolhido pode...

Palavra:

A palavra que resolvemos trazer pra vocês, mamães, é uma palavra de conforto proveniente dAquele que providenciou todas as coisas, e graças a Quem tudo existe, inclusive essa vida maravilhosa pela qual você está esperando.

Chá-de-bebê:

Existem alguns objetos considerados indispensáveis num lar onde há bebês... freqüentemente, tais objetos são a melhor pedida, quando se organiza um chá de bebê!!!

Enxoval:

Questão importante e que gera muitas dúvidas e ansiedades às gestantes, é a montagem do enxoval mais adequado para esperar o bebê... confira uma sugestão bem completa, e que poderá variar entre lã e linha...

Peso e altura:

Quanto deve pesar meu bebê na idade em que se encontra atualmente? Caso esta seja sua dúvida, a resposta está na tabela de peso e altura ideais.

Partos exóticos:

Bastante difundido na Europa, onde foi desenvolvido pelo obstetra francês Michel Odent, o parto na água vem conquistando adeptos por toda a América Latina.

Sexo na gravidez:

Sexo está quase sempre ligado a mitos e receios durante a gestação. Ao transar, a mulher costuma ter medo de machucar o bebê, passar mal...

 

Fontes de pesquisa:

Texto=

http://www.gravidas.hpg.ig.com.br/

Imagens=

http://guia-jp.com/materias/208345_expectations.jpg

http://www.gravidas.hpg.ig.com.br/


Escrito por Izabel Alice às 19h14
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Periodo fertil e ovulção

Chamamos de período fértil a época que a mulher ovula. É nesta fase que um dos ovários libera o óvulo. Isso acontece cerca de 14 dias antes da menstruação.

Durante a ovulação, ocorrem intensas modificações em todo o organismo, que, às vezes, podem ser sentidas. Sensações de inchaço, náuseas, vômitos, secreção vaginal parecida com "clara de ovo", são algumas delas. "No período da ovulação, as chances da mulher engravidar aumentam 30%", afirma o Dr Celso Marzano.

Algumas mulheres se dão conta de quando ovulam porque sentem determinadas sensações corporais. Mas, a ovulação não é tão óbvia: na verdade, existem ocasiões em que é difícil saber com certeza o período em que se está ovulando 

Fonte de pesquisa:

Texto=

http://www.terra.com.br/mulher/sexo/2002/02/10/001.htm

http://boasaude.uol.com.br/tools/ovcal.cfm

Escrito por Izabel Alice às 18h52
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Infertibilidade :

   O que é infertilidade?

Infertilidade é geralmente definida como não ser capaz de engravidar, apesar de tentar, por mais de um ano. Uma visão mais ampla da infertilidade inclui não ser capaz de levar uma gravidez e ter um bebê.

Gravidez é o resultado de uma cadeia de eventos. A mulher precisa liberar ovo de um dos ovários (ovulação). O ovo deve viajar através do tubo de falópio até o útero. O esperma do homem precisa juntar-se (fertilizar) ao ovo. O ovo fertilizado precisa então fixar no interior do útero. Ainda que isso pareça simples, na verdade há muitas coisas que podem acontecer para impedir que ocorra a gravidez.

Infertilidade é um problema da mulher?

É um mito que a infertilidade seja sempre um problema da mulher. Em torno de 1/3 dos casos de infertilidade são decorrentes de problemas com o homem e 1/3 devido a problemas com a mulher. Os outros casos são uma combinação de fatores no homem e na mulher ou causas desconhecidas.

O que causa a infertilidade masculina

A infertilidade masculina é geralmente causada por problemas na produção do esperma ou em conseguir que o esperma alcance o ovo. Problemas com esperma podem ser de nascença ou desenvolvidos mais tarde devido a doença ou lesão. Alguns homens não produzem esperma, ou produzem muito pouco. O estilo de vida pode influenciar a quantidade e qualidade do esperma. Álcool e drogas podem reduzir temporariamente a qualidade do esperma. Toxinas no ambiente, incluindo pesticidas, podem causar alguns casos de infertilidade masculina.

O que causa a infertilidade feminina

Problemas com a ovulação são a causa mais comum de infertilidade feminina. Sem a ovulação os ovos não estarão disponíveis para a fertilização. Sinais de problemas com a ovulação incluem ciclos menstruais irregulares ou falta de menstruação. Simples fatores de estilo de vida - incluindo estresse, dieta ou treinamento esportivo - podem afetar o equilíbrio hormonal da mulher. Mais raramente o desequilíbrio hormonal pode ser causado por condição médica grave, como o tumor na glândula pituitária que pode ocasionar problemas na ovulação.

Idade é um fator importante na infertilidade feminina. A capacidade do ovário produzir ovos declina com a idade, especialmente depois dos 35 anos. Em torno de 1/3 dos casais onde a mulher tem mais de 35 anos experimenta problemas de fertilidade. Quando a mulher atinge a menopausa ela não mais poderá produzir ovos ou ficar grávida.

Outros problemas também podem causar a infertilidade feminina. Se os tubos de falópio estão bloqueados o ovo não pode viajar até o útero. Tubos bloqueados podem ser resultado de doença inflamatória na pélvis, endometriose ou cirurgia de uma gravidez ectópica.

Como é o teste de infertilidade?

Se você está tentando ter um bebê e não consegue, pode desejar ajuda médica. Caso a mulher tenha mais de 35 anos, ou tenha outra razão para acreditar que possa ter problema de fertilidade, não precisa esperar um ano de tentativas de engravidar para procurar um médico. Uma avaliação médica pode determinar as razões para infertilidade conjugal. Geralmente esse processo começa com exames físicos e histórico médico e sexual do casal. Se não houver nenhum problema óbvio pode-se precisar fazer testes.

Para o homem, a testagem geralmente começa com testes do sêmen para verificar a quantidade, forma e mobilidade do esperma. Algumas vezes outros tipos de testes, como teste de hormônio, são feitos. 

Para a mulher o primeiro passo da testagem é verificar se está ovulando todos os meses. Há várias formas de fazer isso. Por exemplo, ela pode acompanhar as mudanças na sua temperatura corporal pela manhã e a textura do seu muco cervical. Outro instrumento é o kit de teste caseiro de ovulação, o qual pode ser comprado em farmácias e drogarias. 

A checagem da ovulação também pode ser feita em clínica médica usando testes de sangue para verificar os níveis hormonais ou teste de ultrasom para os ovários. Se a mulher estiver ovulando, será preciso fazer mais teste cujos mais comuns incluem:

  • Histerossalpingografia - Um raio-x dos tubos de falópio e útero depois deles terem sido injetados com pigmento. Mostra se os tubos estão abertos e a forma deles.

  • Laparoscopia - Um exame para detectar doença nos tubos e outros órgãos femininos. Um instrumento chamado laparoscópio é usado para ver dentro do abdome.

Qual é o tratamento para infertilidade?

Dependendo dos resultados dos testes, tratamentos diferentes podem ser sugeridos. Entre 85-90% dos casos de infertilidades são tratados com medicamentos ou cirurgia.

Vários medicamentos para fertilidade podem ser usados por mulheres com problemas de ovulação. É importante conversar com seu médico sobre o medicamento a ser utilizado. Você deve entender os benefícios e efeitos colaterais do medicamento. Dependendo do tipo e da dosagem do remédio para infertilidade, em alguns casos podem acontecer múltiplos nascimentos (como gêmeos).

Se necessária, cirurgia pode ser feita para reparar danos aos ovários, tubos de falópio ou útero. Algumas vezes o homem tem um problema de infertilidade que pode ser corrigido com cirurgia

 

Fonte de pesquisa:

Texto=

http://www.copacabanarunners.net/infertilidade.html

 

Escrito por Izabel Alice às 18h42
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Como se formam os gêmeos :

Em geral, um óvulo fecundado se desenvolve e origina um único indivíduo. Na espécie humana é relativamente raro as células embrionárias em divisão se separem em dois grupos distintos. Caso isso ocorra, formam-se dois embriões, que podem se desenvolver e gerar gêmeos idênticos ou univitelinos. Esses gêmeos se originam, então, de um mesmo zigoto e, por isso, são idênticos no sexo e na aparência física.

Outro tipo de gêmeos são os não idênticos ou bivitelinos.Eles se formam quando a mulher libera dois ou mais óvulos, em vez de um só.Se dois óvuulos forem fecundados, formam-se dois zigotos diferentes um do outro como quaisquer irmãos nascidos em partos distintos.Portanto, podem ser do mesmo sexo ou não.

 

Fontes de pesquisa:

Texto=

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fecunda%C3%A7%C3%A3o

Imagem=

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:William-Adolphe_Bouguereau_%281825-1905%29_-_Charity_%281859%29.jpg

Escrito por Izabel Alice às 18h30
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O mecanismo da fecundação :

Em biologia, chama-se fertilização ao momento em que um espermatozóide penetra num óvulo (nos animais), ou em que o tubo polínico penetra no óvulo (nas plantas) durante o processo de reprodução.

Confrontar com singamia e conjugação.

Em geral, a fecundação é intra-específica, isto é, processa-se apenas entre indivíduos da mesma espécie. Mas há casos de fecundação inter-específica, entre indivíduos de duas espécies evolucionariamente próximas. Os indivíduos que nascem destas fecundações designam-se por híbridos (exemplo: os cavalos e os burros podem cruzar-se, dando a origem a um híbrido: o macho ou mula).

O óvulo, gameta feminino, possui barreiras para a penetração dos espermatozóides: a corona radiata (mais externa, composta de células foliculares) e a zona pelúcida (camada glicoprotéica situada após a corona radiata). Os espermatozóides, gametas masculinos, possuem na cabeça o acrossomo, que começa a liberar enzimas hidrolíticas ao entrar em contato com tais barreiras. Após vencê-las, ocorre a fusão entre as membranas dos dois gametas. Imediatamente após a fecundação, a membrana do óvulo altera-se para impedir a entrada de outros espermatozóides. Os 23 cromossomos de cada gameta se unem, formando o zigoto, com 46 cromossomos.

Imagens::

 

Fonte de pesquisa:

Texto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fecunda%C3%A7%C3%A3o

Imagens:

http://www.reprodusite.hpg.ig.com.br/fecundacao.htm

 

 

Escrito por Izabel Alice às 18h13
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Sistema Genital Feminino :

Vagina:

A vagina é um órgão tubular que se estende desde o colo até a sua abertura externa. Está situada entre o reto, que fica abaixo dela, e a bexiga e uretra, as quais se situam acima dela. É composta primariamente de musculatura lisa recoberta com membrana mucosa e tem entre suas funções as de receber o sêmen do homem. Ela também serve como parte inferior do canal do nascimento e funciona como ducto excretor para as secreções uterinas e fluxo menstrual.

Escrito por Izabel Alice às 17h53
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Sistema Genital Feminino :

Útero: (onde o embrião se desenvolve)

útero é um órgão em forma de pêra capaz de sofrer alterações importantes durante a vida reprodutiva da mulher. Desde a puberdade até a menopausa, a camada interna de recobrimento do útero (o endométrio) cria um ambiente adequado para implantação e desenvolvimento do embrião durante a gravidez. O recobrimento endometrial se espessa durante a fase proliferativa (primeira metade) do ciclo menstrual. Ele forma glândulas secretórias após a ovulação, à medida que é estimulado pelos hormônios liberados pelos ovários.

Se o ovo não é fertilizado ou a implantação não ocorre, o endométrio “descama” e é excretado do corpo através da vagina durante a menstruação e é lentamente substituído no curso do próximo ciclo menstrual. O útero também apresenta contrações rítmicas, poderosas, durante o trabalho de parto, que resultam na expulsão do feto por ocasião do nascimento.

O útero é composto de duas partes principais: 

  • A parte saliente, superior, chamada corpo do útero. 
  • A parte estreita, mais baixa, chamada colo ou cérvice.

A porção superior do corpo do útero é chamada de fundo. As tubas uterinas abrem-se em cantos opostos do fundo e o colo abre-se para a vagina. O colo é uma estrutura semelhante a um cilindro, que conduz da extremidade superior da vagina ao interior do útero. Tem cerca de 2,5 cm de comprimento e um canal fino que passa por ele com aberturas em cada extremidade, chamadas de orifícios interno e externo, respectivamente. As paredes internas do colo contêm pequenos sacos chamados criptas, que secretam um muco alcalino, que protege os espermatozóides da acidez das secreções vaginais. As criptas também agem como reservatórios para os espermatozóides. 

As paredes do útero contêm três camadas: 

  • O recobrimento interno, chamado endométrio.
  • A camada muscular média, chamada miométrio.
  • A camada externa serosa, chamada peritônio. 

A serosa secreta um fluido aquoso (seroso) que evita a fricção entre o útero e os órgãos circunjacentes. Uma visão transversal das estruturas uterinas é mostrada abaixo.

 

Fonte de pesquisa:

texto e imagem:

http://www.fertilidadeonline.com.br/latam_brazil/concern/Understanding_Fertility/Ovulation.jsp

 


Escrito por Izabel Alice às 17h49
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Sistema Genital Feminino

Tubas Uterinas: (onde ocorre a fecundação)

As tubas uterinas ou ovidutos consistem de duas tubas com aproximadamente 10 cm de comprimento, que saem do útero e acabam em projeções semelhantes a dedos, chamadas fímbrias. As fímbrias ‘pairam’ sobre os ovários, mas não estão ligadas a eles.

Durante a ovulação, a extremidade com fímbrias da tuba uterina recebe o ovo maduro que é liberado do ovário. O meio ambiente interior da tuba uterina é bioquimicamente complexo. O ovo permanece na tuba uterina por uns poucos dias. A fertilização normalmente acontece na extremidade distal da tuba de uterina, como pode ser visto na figura.

Se a fertilização ocorre, o embrião resultante é mantido na tuba uterina até que se desenvolva em uma pequena massa celular (blastocisto). Ele é, então, propelido ao longo da tuba uterina por uma combinação de contrações rítmicas das paredes musculares da tuba (similar às contrações musculares peristálticas do intestino) e da ação de projeções delicadas semelhantes a cabelos, chamadas cílios. O embrião é arrastado rumo ao útero, onde a gravidez pode estabelecer-se através da implantação.

Fonte de pesquisa:

texto e imagem:

http://www.fertilidadeonline.com.br/latam_brazil/concern/Understanding_Fertility/Ovulation.jsp

 

Escrito por Izabel Alice às 17h41
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Sistema Genital Feminino ::

Óvulos :

Em biologia, é uma célula sexual feminina produzida pelos ovários. Após a fecundação, o óvulo passa a se chamar zigoto.

Fecundação:

O óvulo - também conhecido como ovócito II - tem um período para sair do ovário, quando este chega, o ovário libera o óvulo, que fica armazenado na Tuba Uterina, mais especificamente em uma região denominada ampola, da mulher. No dia fértil, o óvulo é liberado da tuba uterina para o endométrio - Utero - na expectativa que um espermatozóide o fecunde. Assim que fecundado ele se multiplica até se originar no bebê, porém, se nenhum espermatozóide o alcançar, o óvulo morre, e começa uma descamação da parede do endométrio gerando novamente a menstruação da mulher. Quando a mulher já tem sua primeira menstruação, é porque os óvulos já estão formados e quando eles saírem dos ovários, a mulher já pode engravidar.

Características do Óvulo:

Assim que é libertado para as trompas de falópio,fenómeno designado por ovulação, o óvulo, corpo arredondado e com pouca mobilidade,está então pronto para a penetração do espermatozóide (fecundação), após a fusão destas duas células sexuais torna-se impossível a entrada de qualquer outro espermatozóide.O óvulo é uma célula muito pequena, assim como os espermatozóides, só pode ser visto com um microscópio.

Ovócito secundário:

Ovócito secundário é o gameta sexual feminino. Uma fêmea produz o ovócito II (ou secundário) e, se esse for fecundado por um espermatozóide, haverá uma divisão celular do tipo meiose II e com isso será produzido o óvulo.

Fontes de pesquisa:

Texto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93vulo

Imagens:

http://www.adolescencia.org.br/portal_2005/secoes/saiba/imagens/ovulaca_interno2.jpg

http://www.salud.bioetica.org/images/ovulo.gif

 

Escrito por Izabel Alice às 17h30
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Sistema Genital Feminino ::

Ovários :

 

O ovário é um órgão duplo (ovário esquerdo e ovário direito) com forma de amêndoa, encontra-se situado na pequena pelvis, unido a cara dorsal dos ligamentos largos mediante o mesovarium.
Diferenciam-se nele duas estruturas: uma cortical e outra medular. A cortical é a mais importante devido a que está composta pelos folículos ováricos, os quais contêm um óvulo cada um, em diferentes grado de maturação. O ovário é a glãndula sexual feminina forjadora das células aptas para a reprodução. Os folículos menores, com óvulos imaturos, são os primários que passam a ser folículos de Graaf ao maturar, quando são capazes de expulsar do ovário o óvulo já maturo. Este momento recebe o nome de ovulação. O folículo eliminado pelo óvulo se transforma em um corpo amarelado (corpo lúteo) e degenera posteriormente em corpo albicans.
Constituem a parte principal do aparelho genital feminino. Galeno os comparou aos testículos do homem. Eles contêm, na verdade, o germe feminino, o óvulo, como os testículos encerram os espermatozóides.
Os ovários se acham dos dois lados do útero e, durante a puberdade, têm o tamanho comparável ao de uma ameixa.
São mantidos em posição por uma prega do peritônio, o ligamento largo; de outro lado, entram em contato com o útero por meio do ligamento útero-ovárico.
No período que precede a primeira menstruação, os ovários atingem o máximo do volume. Com o avançar da idade, os ovários tendem a reduzir-se e, depois, na menopausa, tem praticamente um terço do seu volume inicial.
Os ovários têm uma forma ovoidal, com as seguintes dimensões:
-diâmetro maior: 4 centímetros;
-diâmetro menor: 2 centímetros;
-espessura: 1 centímetro.
O ovário esquerdo é um pouco maior do que o ovário direito. Durante a menstruação ou durante a gravidez, os ovários aumentam de volume. Por anomalias do desenvolvimento, os ovários podem ficar em estado rudimentar, ou, então, aparecer em número superior a dois.
Os ovários não são, na verdade, glândulas, mas devem ser antes considerados como um armazém de depósito e de desenvolvimento dos óvulos primitivos, que aí já se acham no momento do nascimento e que se transformam em óvulos maduros no decurso da evolução sexual feminina. Os óvulos estão contidos dentro de vesículas cheias de um líquido claro, chamadas folículos de Graaf. Nas jovens, o ovário contem um numero enorme de folículos de Graaf e de óvulos em diversos graus de maturidade (cerca de 36.000). Só uma pequena parte, evidentemente, tornar-se-á óvulo maduro, na vida de uma mulher. A cada ciclo menstrual, um folículo se rompe e o óvulo se destaca do ovário. O óvulo não é mais substituído. A função genital da mulher
se exaure pelos cinqüenta anos com a superveniência da menopausa. No ovário, onde teve lugar o rompimento do folículo, se forma uma cicatriz. Observando-se a superfície externa de um ovário de mulher em idade fecunda, notam-se diversos folículos de Graaf, em diferentes estádios de evolução e cicatrizes mais ou menos recentes.

 

Fonte de pesquisa:

Texto e imagens:

http://www.corpohumano.hpg.ig.com.br/genitais/female_ovar_tuba_uter/ovarios.html

 

 

Escrito por Izabel Alice às 16h19
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Sistema Genital Masculino ::

Pênis e ejaculação :

O pênis é um orgão de forma cilindrica e constituido principalmente por tecido erétil,ou seja, que tem capacidade de se erguer.Com a excitação sexual, esse tecido é banhado e preenchido por maior quantidade de sangue, o que torna o pênis ereto e rígido.

O aumento contínuo de estímulos, como ocorre numa relação sexual, culmina com o esperma sendo lançado para fora do corpo masculino sob a forma de jatos.Esse fenômeno chama-se ejaculação.

O esperma é esjaculado através da uretra, por onde a urina também é eliminada. Durante uma ejaculação normal são expeldidos de 2 a 4 milimetros de esperma (cada milimetro contém aproximadamente 100 milhões de espermatozóiddes).

Fonte de pesquisa:

Texto=

Livro: Ciências - O corpo humano - Carlos Barros*Wilson Paulino

 

Escrito por Izabel Alice às 16h03
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Sistema Genital Masculino ::

Glândulas seminais e próstata: facilitando a ''viagem dos espermatozóides''

As glândulas seminais são duas glândulas em forma de bolsa.Elas produzem um líquido denso que nutre os espermatozóides e aumenta sua mobilidade.

A próstata é uma glândula produtora de um liquido de aspecto leitoso.Esse liquido é viscoso e neutraliza a acidez de restos de urina na uretra e, numa relação sexual, a acidez natural da vagina, protegendo assim os espermatozóides.

Em sua ''viagem'' até a uretra, os espermatozóides recebem os líquidos produzidos pelas glândulas seminais e pela próstata.Ao passar pela uretra, os espermatozóides recebem tambèm um líquido lubrificante produzido pelas glândulas bulbouretrais.

Ao conjunto formado pelos espermatozóides e os líquidos produzidos pelas:

-Glândulas seminais;

-Próstata;

-Glândulas bulbouretrais;

dá-se o nome de esperma ou sêmen.

 

Fonte de pesquisa:

 Texto=

Livro: Ciências - O corpo humano - Carlos Barros*Wilson Paulino

Escrito por Izabel Alice às 15h45
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15/05/2007


Sistema Genital Masculino::

Do epidídimo para a uretra::

Os espermatozóides passam do epidídimo para um tubo com parede muscular chamado ducto deferente. Posteriormente e sob a bexiga urinária, cada ducto deferente se une ao canal da glandula seminal fdo mesmo lado e forma um tubo único,chamado ducto ejaculatório. Os ductos ejaculatórios lançam os espermatozódes num outro canal - a uretra. A uretra é um tubo que se inicia nna bexiga urinária, percorre o interior do pênis e se abre no meio externo.

obs: Uretra é a denominação dada ao canal condutor da urina, que parte da bexiga e termina na superfície exterior do corpo, no pênis e vulva.

Fonte de pesquisa:

Texto=

Livro: Ciências - O corpo humano - Carlos Barros*Wilson Paulino

Escrito por Izabel Alice às 15h49
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Sistema genital masculino :::

Epidídimos(onde os espermatozóides completam o amadurecimento) :

O epidídimo é um pequeno ducto contornado que fica por trás do testículo, no escroto, na base do canal deferente, condutor do esperma do testículo até à glândula prostática. O epidídimo é tão longo como o testículo, em forma de C achatado junto a um lado do testículo. É um sistema tubular complexo que junta o esperma e o acumula até ser necessário. É um pouco como o tubo no interior do aparelho de ar condicionado, onde tem lugar a condensação (Figura 6). Depois de ter sido armazenado no epidídimo, o esperma avança através do canal deferente até à próstata, onde se mistura com o sémen originário das vesículas seminais e move-se pela próstata até à uretra durante a ejaculação.

Em cerca de um quarto da população masculina é possível encontrar-se um pequeno número de quistos no epidídimo. Não são motivo de preocupação e não costumam ser particularmente notórios. Contudo, um específico tipo de quistos é sugestivo de VHL. Um cistoadenoma é um tumor benigno com um ou mais quistos dentro, com uma densidade maior do que um simples quisto. Os cistoadenomas papilares no epidídimo são raros na população em geral. Estes quistos podem surgir num ou em ambos os testículos. Quando surgem em ambos, correspondem quase sempre a um diagnóstico de VHL. Variam em tamanho de 1 a 5 centímetros. O homem pode sentir como que umas areias no escroto, mas normalmente não causam dores nem aumentam de tamanho.

Podem surgir durante a adolescência ou mais tardiamente. Podem até surgir pela primeira vez aos 40 anos. Podem ser removidos se se tornarem incomodativos numa intervenção semelhante à vasectomia e podem resultar em incapacidade na libertação do esperma no lado operado.

Isto não interfere com a função sexual. Na maior parte dos casos o único problema associado ao cistoadenoma é a preocupação menor de saber que está lá. Ocasionalmente, dependendo da posição, os cistoadenomas podem bloquear a passagem do esperma e causar infertilidade. Mas é uma ocorrência rara. Se o cistoadenoma for doloroso, deve ser consultado um médico, uma vez que em casos extremos podem inflamar e romper.

À esquerda, um corte sectorial do testículo e do epidídimo. À direita, os sistema tubular dos testículos e do epidídimo.

 

Fontes de Pesquisa::

Texto=

http://www.ncc.up.pt/~nam/VHL/Manual_VHL/VHL_e_a_saude_reprodutiva.html

 

Imagens=

Ilustração de Gerhard Spitzer, segundo Rauber-Kopsch, de Kahle et al., Color Atlas, 2:261.

Escrito por Izabel Alice às 15h29
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14/05/2007


Sistema genital masculino :::

Testiculo(produtores de espermatozoides) :

O testículo é a gônada sexual masculina dos animais sexuados produzindo as células de fecundação chamadas de espermatozóides (os gametas masculinos). Nos mamíferos ocorre aos pares e são protegidos fora do corpo por uma bolsa chamada escroto. Podem também ficar no interior do corpo de animais (geralmente os répteis ou os marinhos). Têm função de glândula produzindo hormônios masculinos. Sua função é homóloga a dos ovários das fêmeas.

Nos seres humanos, os testículos são suspensos pelos cordões espermáticos formados por vasos sanguíneos e linfáticos, nervos, musculo cremaster, epidídimo e canal deferente.

Tamanho e crescimento:

Durante a puberdade, os testículos crescem para dar início à espermatogênese. O seu tamanho depende da produção de esperma (quantidade de espermatogênese sendo feita nos testículos), fluido intersticial) e produção de fluido das células de Sertoli. Após a puberdade, o volume dos testículos pode ser aumentado em até 500% se comparado com o tamanho antes da puberdade.

Posição:

É mais comum que um dos testículos esteja pendurado um pouco mais abaixo que o outro. A porcentagem de homens com o testículo esquerdo mais baixo e com o testículo direito mais baixo é praticamente igual. Isto ocorre devido a diferenças na estrutura anatômica vascular nos lados esquerdo e direito.

Função:

Assim como os ovários (aos quais o testículos é homólogo), os testículos são componentes do sistema reprodutor (sendo gônadas) e do sistema endócrino (sendo glândulas endócrinas). As funções dos testículos são as seguintes:

  • Produção de espermatozóides
  • Produção de hormônios sexuais masculinos, dos quais a testosterona é o mais bem conhecido

Ambas as funções dos testículos, formação de espermatozóides e função endócrina, estão sob o controle de hormônios gonadotróficos produzidos pela pituitária anterior:

  • Hormônio luteinizante (LH)
  • Hormônio folículo-estimulante (FSH)

Regulação da temperatura:

Nos mamíferos terrestres os testículos estão localizados fora do corpo, supensos pelo cordão espermático, dentro do escroto. Isso permite uma espermatogênese mais eficiente nos mamíferos, devido ao fato de que a atividade enzimática da espermatogênese tem uma temperatura ótima, cerca de 1ºC menor do que a temperatura do corpo humano, que é de 37ºC em humanos.

O músculo cremastérico faz parte do cordão espermático. Quando este músculo se contrai, o cordão é diminuído e o testículo é movido em direção ao corpo, o que fornece um aquecimento que é muito importante para a manutenção da temperatura ótima. Quando é necessário o resfriamento, o músculo cremastérico se relaxa e o testículo é abaixado e desta forma se afasta do calor do corpo. Este fenômeno é chamado de reflexo cremastérico. Ele também ocorre em resposta ao stress (os testículos sobem em direção ao corpo de forma a proteger o corpo em uma luta), e também há diversos relatos de que o seu relaxamento indica uma aproximação do orgasmo.Também existe uma forte tendência do músculo se contrair e assim o testículo se retrair durante o orgasmo.

Os testículos também podem ser elevador voluntariamente usando o músculo pubococcígeo, que parcialmente ativa músculos relacionados.

Muitos animais que tem baixa temperatura corporal, como os elefantes e os rinocerontes, não possuem sacos escrotais externos; permanecendo seus testículos no interior do abdômen.

Outros animais não-mamíferos não possuem testículos externalizados. Os pássaros, por exemplo, têm testículos internos. Teoriza-se que estes animais usem o seu saco aéreo para resfriar os testículos, porém essa teoria ainda não foi provada definitivamente.

Problemas de saúde:

Os testículos são muito sensíveis a impactos e lesões.

As principais doenças dos testículos são:

  • câncer testicular e outras neoplasia
  • inchaço do testículo, causado por hidrocele 
  • inflamação dos testículos, chamada orquite
  • inflamação do epidídimo, chamada epididimite
  • torção do cordão espermático também chamada de torção testicular
  • varicocele — inchaço das veias dos testículos, geralmente afetando o testículo esquerdo
  • anorquidismo é a ausência de um ou ambos os testículos

A remoção de um ou ambos os testículos é chamada de

  • orquidectomia, na medicina (orquiectomia e orquectomia são sinônimos), e
  • castração, no uso geral, especialmente quando feito como punição ou tortura

Existem próteses testiculares para simular a aparência e a sensação de um ou ambos os testículos, para quando eles estão ausentes devido a uma lesão ou como tratamento para distúrbios de identificação de gênero.

Imagem:

 

Superfície testicular

 

Fontes De Pesquisa::

texto=

http://pt.wikipedia.org/wiki/Test%C3%ADculo

 

Imagens:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Test%C3%ADculo : imagens adicionadas

Escrito por Izabel Alice às 14h50
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09/05/2007


Para que serve sexo ?

Definitivamente, as coisas nem sempre são o que parecem.

Para que serve o sexo? Na Biologia é assim, uma pergunta tão simples pode levar a respostas muito, muito complexas.

Podemos encontrar, logo de início, dois tipos de respostas. O tipo mais freqüente, em um país de tradições religiosas, como o Brasil, é: Para ter filhos, para continuar a espécie, é óbvio!

Entretanto, não é tão óbvio assim. O sexo, tanto para animais como para os seres humanos, é um fenômeno múltiplo, que ultrapassa, em muito, estas visões errôneas, preconceituosas e restritas que aprendemos não só no catolicismo, mas em muitas outras religiões, cristãs ou não. Elas se baseiam, não em Deus, que não se manifestou sobre o tema, mas no que os homens de até 2.000 anos atrás acreditavam ser o correto em um assunto que não entendiam muito bem com a ciência de que dispunham: a função da sexualidade.

Por exemplo, a Igreja Católica condena a masturbação por achar que o único local correto para o esperma é uma vagina e, apenas, no período fértil do ciclo menstrual. Na época de Jesus, pensava-se que o esperma continha tudo que era necessário para formar um indivíduo e que o útero feminino era como um canteiro onde semeava-se o germe da vida, proveniente, exclusivamente, do homem.

O conjunto de crenças e mitos sobre sexualidade levou o Direito Canônico (conjunto de preceitos e normas que a igreja católica usa para determinar as regras a que seus discípulos estão submetidos) a muitos absurdos. Segundo os Canones Gregorii (cerca de 700 d.C.), a penitência por cometer assassinato é de sete anos de orações alimentadas apenas a pão e água. Já a pena por ter praticado sexo anal é mais que o dobro: 15 anos. Para o catolicismo, era preferível matar alguém do que praticar sodomia.

Como entender as justificativas para o celibato dos padres e freiras? É uma exigência tão artificial, absurda e cruel que pesquisas realizadas na Europa indicam que mais de 20% do clero católico masculino tem uma companheira fixa. No Brasil não deve ser muito diferente.

Por seguirem regras de comportamento cujas razões se perdem no tempo passado, muitas religiões gastam mais tempo interferindo na vida sexual de seus seguidores do que os ajudando a enfrentar os reais problemas de seu cotidiano.

O segundo tipo de resposta que podemos encontrar sobre para que serve o sexo é: Para dar prazer às pessoas, é claro! Qualquer adolescente de 11 anos já descobriu isso. Melhor do que a resposta anterior, esta é, pelo menos, correta. O problema é que perguntas que começam com para ou por que normalmente aceitam várias respostas corretas, cada uma referente a um nível de observação.

Veja: quando eu me pergunto por que me apaixonei por aquele(a) homem (mulher)? Posso responder que esta pessoa é agradável, sensual, gosta dos mesmos assuntos que eu e pode ser parecida (ainda que eu não note de imediato) com papai ou mamãe. Ao responder assim, eu estou avaliando, ou analisando, as causas da minha paixão no que elas tem de mais próximo, em seu contexto imediato.

Posso, entretanto, avaliar esta questão de maneira mais geral, com pesquisadores de nossa própria natureza, perguntando sobre o que há em comum entre todas as paixões humanas ou (se existir) entre todas as paixões dos mamíferos?

Há muitas informações interessantes quando examinamos aspectos da sexualidade humana como se fôssemos alienígenas, em um disco-voador, e que, olhando para dois seres humanos, ou dois animais quaisquer, envolvido em um relacionamento afetivo ou sexual, nos perguntássemos: Afinal, o que aqueles dois ali estão fazendo?

A não ser que você seja um assíduo freqüentador de jardins zoológicos provavelmente não se deu conta de como somos parecidos com outros animais, especialmente os mamíferos e mais especialmente ainda com toda a macacada.

Pois é, os cientistas demonstraram que somos iguais a um chimpanzé em mais de 95% das substâncias que nos compõem. Olhando não parece, mas é. Talvez pudéssemos aprender alguma coisa sobre as funções do sexo com estes animais. Podemos procurar respostas para perguntas "Por que o sexo..." olhando de mais longe, com, digamos, mais distanciamento crítico.

 Madonna

Fonte de pesquisa:

http://www.geocities.com/gilson_medufpr/sexo.html

 

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Escrito por Izabel Alice às 14h44
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